domingo, 5 de julho de 2015

Como foi... Faz do Colo uma Casa*


As visitas com bebês, aqui denominadas "Faz do colo uma casa" terão sua periodicidade mantida na programação do Núcleo Educativo do segundo semestre de 2015 conforme a agenda cultural e educativa da Casa das Rosas. 


E pra não perder o jeito a gente vai exercitando novas maneiras de acolher esse público tão especial. De maneira a que os bebês e as crianças sejam protagonistas dessa história e, tendo em vista a invisibilidade desse público na grande maioria dos centros culturais e museus, o Núcleo Educativo tem procurado aprimorar cada vez mais a visita pensando em novos roteiros e possibilidades para um atendimento ainda mais divertido.




Se você quiser conhecer a casa com acompanhamento de um educador e trouxer bebê ou criança pequena junto, todos serão muito bem recebidos. Lembre-se de agendar com o Núcleo Educativo para garantir a disponibilidade de acompanhamento do setor, entre em contato pelo e-mail: educativo@casadasrosas.org.br.

*Trecho do fanzine “Haikais de Bebês, Mães e Pais”, de Ricardo Mello (Recife, 2012).

sábado, 27 de junho de 2015

Como foi... Feira de Troca com oficina de fanzine



A Feira de Troca da Casa das Rosas sempre buscou incentivar a mudança de hábitos de consumo na mesma medida em que participantes de todas as idades pudessem se conhecer e trocar pertences. 







Por isso, o Núcleo Educativo procurou propôr, além da troca material a imaterial, planejando uma mesa para produção de fanzines durante a feira. Devido à grande movimentação do público presente, a oficina não foi possível de ser concretizada no espaço e estamos com o contato de todos que vieram interessados especificamente nessa ação. Para isso vamos lançar uma nova data e fazer a oficina de fanzines com os interessados.




Afinal de contas, além das tradicionais trocas como livros, gibis, CDs, brinquedos, roupas, entre outros itens, a idéia é estimular também a troca de saberes. 


terça-feira, 23 de junho de 2015

Oficina para Professores e Educadores - Cidade como Suporte: Arte de Rua e A intervenção Urbana

Quais (e[hi])stórias a rua nos conta?

Antes de falarmos sobre o conteúdo abordado na oficina, não podemos deixar de falar do fenômeno da intervenção no espaço da cidade. Essa, como marco de convivência, como rito e mito de um coletivo – a pólis como espaço-social permite ao habitante influenciar-se sobre ela, questioná-la, ratificá-la e, ainda mais, alterá-la: mudanças que partem da esfera da reflexão, do questionamento, da militância política, da publicidade, da vontade à toa...

Nesse meandro, iniciamos explorando a história da intervenção urbana a partir dos exemplos de escrita-urbana presentes nas cidades antigas: Pompéia e Roma configuram grandes exemplos, senão os maiores, sobre esse fenômeno que inicialmente se baseava pelo protesto político e pela busca de marcar-se na urbe, sentir-se pertencente a ela.

O grafitti e a arte possuem origens distintas e, portanto, têm características semânticas e práticas próprias avante à forma como enxergamos esses termos que designam tantas manifestações presentes no dia-a-dia de nossas andanças citadinas.  


Abordamos questões relacionadas à idéia do grafitti e sua legalidade relacionando-o aos sistemas de poder vigentes e como sua prática enfrenta aspectos das relações institucionais e culturais que permeiam nossa maneira de enxergar a cidade e, conseqüentemente, a política que nela desenvolvemos. A intervenção nem sempre pode caracterizar-se como arte e, a arte, nem sempre pode caracterizar-se como intervenção.

Exploramos o intercâmbio e a conexão com o fenômeno do grafitti com o movimento hip-hop e sua relação direta com a ocupação do espaço público, da rua, pelo povo que nela buscava se divertir, socializar, ocupar, enfim: intervir. A partir daí exploramos inúmeras referências sobre como o processo da escrita-urbana invadiu a cultura ianque, europeia e latino-americana, conectando o universo dos artistas que realizavam trabalhos dentro e fora dos espaços institucionais, estabelecendo um diálogo potente entre o universo da rua e do museu – da galeria.

Sem-título (Jesus) Jean-Michel Basquiat (1981)

 Basqiuiat e Grafitti

A pichação é também outra forma de intervenção que abordamos de maneira a identificá-la como uma manifestação única e tão latente na cidade de São Paulo. Sua história e formação também advêm diretamente do protesto político, mas vai para além, traça relações com a permanência do indivíduo num espaço que lhe é caro ao pertencimento. Observamos como a origem de grande parte das letras desenvolvidas na pichação paulista são altamente influenciadas pelos tipos góticos aplicados às capas dos álbuns de música punk, hardcore e metal presentes nos anos oitenta e que, por sua vez, baseiam-se nas letras etruscas e germânicas, conhecidas como runas e, ou, futhark.

A arte de rua, pensando-se numa terminologia mais adequada a tais manifestações, não só atinge hoje em dia o que chamamos de espaço urbano, pois mesmo as áreas rurais já são hoje, urbanizadas – o habitante daí convive e se comunica continuamente com a “grande cidade”, logo não trava somente com o meio rural e, sim, com esse entremeio, com esse traço-cisão de permanência urbana.
É também importante destacarmos outros artistas que utilizam-se do espaço urbano a partir de outras técnicas como o estêncil, a colagem, a azulejaria e o desenho efêmero – elaborado com materiais não-permanentes.

 Space Invader

BLU BLU em Zaragoza
 Shepard Fairey - Mike Giant
O  mais incrível é o fato de que a intervenção não necessariamente deve residir no espaço da cidade para realizar contestações – essa é capaz de invadir espaços institucionalizados que utilizam da imagem da arte pública com o intuito de promoções publicitárias. Um destes exemplos é o trabalho de Banksy em museus: sua ação resume-se na afixação de obras não-convencionais e não-pertencentes aos acervos nas galerias expositivas jogando com as relações de poder institucionalizado.

 Banksy in Wall Art

Realizamos, assim, discussões que perpassaram os universos da arte de rua e da intervenção urbana através da exploração de outras linguagens artísticas que flertam com a modificação do espaço-comum das pessoas, incitando-as à crítica e ao pensamento reflexivo de como podemos construir nossas cidades.

Um excelente exemplo dessa ação são as intervenções que alguns atuantes urbanos desenvolvem a partir de temáticas relacionadas ao urbanismo-feito-à-mão, à prática da autogestão construtiva que altera o espaço urbano sem dialogar, necessariamente, com o poder administrativo formal nele vigente.
Combio - Favela do Moinho
Com isso verificamos a iminência dos processos de gentrificação que, cada vez mais, avassalam as grandes e pequenas cidades no mundo: ações de substituição da memória baseados na boa-convivência daqueles que acreditam que promovem melhorias urbanas por inserirem públicos e serviços ausentes às áreas carentes, embora com isso, somente substituam a realidade destes espaços ao invés de, realmente, incentivar a tecnologia da convivência, da sociabilidade.


Casas feitas à mão – Swoon
Encerramos o curso discutindo um pouco sobre como se dão os processos curatoriais frente à arte de rua, já que, as próprias obras não existem antes das exposições, e, sim, nelas são elaboradas. 

Discutimos as possibilidades de estabelecer contato com artistas, instituições culturais, galerias e museus que albergam tais projetos e, também, o papel do curador como um agitador, um provocador de tensões entre os espaços destinados à exposição destes trabalhos e a realização dos mesmos de forma coletiva e, ou, individual.

Aproveitamos o encerramento para realizarmos uma atividade prática, na qual, os participantes foram convidados a intervirem no espaço da Casa das Rosas utilizando tapumes e diferentes materiais – exploramos as técnicas, o tempo de realização das ações e diferentes materiais como: spray, rolinho e tinta látex, estêncil, caligrafia realizada com canetões e squizzers.

Fica aqui uma palhinha para vocês verem o resultado após as aulas ministradas de 11 de abril a 9 de maio:

















Àqueles que desejam se aprofundar no tema, deixamos aqui algumas referências vídeo-bibliográficas:

Filmes:
1º A Letra e a Cidade 
2º Pixo
3º Cidade Cinza 
4º Alex Vallauri - Festa na Casa da Rainha do Frango Assado - 18ª Bienal de Arte de São Paulo
5º Wild Style
6º A Caverna dos Sonhos Esquecidos - Werner Herzog

Livros:
1º LASSALA, Gustavo. Pichação não é Pixação. São Paulo: Altamira, 2010
2º RAMOS, Célia Maria Antonacci. Grafite Pichação & CIA. São Paulo: Annablume, 1994.
3º MARTINS, Bruno Guimarães. Tipografia Popular. São Paulo: Annablume, 2007.
4º  MCCORMICK, Carlo. Trespass - A History of Uncommissioned Urban  Art. New York: Taschen, 2010
5º LEVITT, Caroline. From the Walls of Factories to the Poetry of the Street: Inscriptions and Graffiti in the Work of Apollinaire and the Surrealists. Artigo disponível em: http://www.surrealismcentre.ac.uk/papersofsurrealism/journal9/acrobat_files/Caroline%20Levitt%207.9.11.pdf 


Acesso Remoto - Encontro de Educadores

Diálogo | Educação

Nesta edição do Acesso Remoto – Encontro para Educadores reunimo-nos com alguns membros de outras equipes educativas de São Paulo, entre elas, o Museu da Língua Portuguesa, a Casa Guilherme de Almeida e o Instituto Butantã. 



Trocamos algumas experiências sobre o papel do educador como um potencializador de experiências e, conseqüentemente, como um articulador de reflexões e críticas na sociedade. Assim, exploramos o conceito da ética em nosso trabalho e o quê poderíamos perceber como um resultado de nossas ações, isto é – o produto final daquilo que desenvolvemos.



A partir de nossas vivências questionamos as relações de fruição entre o saber, a experiência de sua transmissão e a possibilidade da educação não somente como a transmissão de conceitos, e, sim, como a possibilidade de cria-los.



Além da troca de nossas experiências, pudemos conhecer como o trabalho de cada um se dá em cada instituição, discutindo-se temas como a relação hierárquica no ambiente de trabalho, a liberdade de criação de cada um, a comunicação do educativo com outros setores dos museus e instituições e a relação dos educadores com as instituições de ensino.

Por meio desta interconexão visamos explorar nossa compreensão alargada sobre a educação e como essa modifica a forma como educamos, como definimos uma política de atuação, como conduzimos nossos trabalhos, como a sociedade se insere nessa formação e também como os agentes culturais tratam tal questão.



sábado, 13 de junho de 2015

Como foi: Oficina para professores e educadores de LEITURA, APRECIAÇÃO E CRIAÇÃO POÉTICA, com Cris Rangel

No dia 23 de Maio, demos início a Oficina para professores e educadores "Leitura, apreciação e criação poética", ministrada por Cris Rangel.

Neste primeiro encontro todos os participantes falaram do seu envolvimento pessoal e profissional com a leitura e a escrita, além de apresentarem os motivos e expectativas relacionadas à oficina.

De acordo com Cris Rangel, o primeiro encontro foi um momento importante para se ter noção de como a Oficina poderia atender às demandas colocadas.

Como a grande maioria dos participantes são professores da rede pública e privada, muito foi conversado sobre as dificuldades e resistência dos alunos em relação ao gosto e o hábito pela leitura e como isso prejudica a prática da escrita.

O ensino voltado para o vestibular e a condição social dos alunos foram alguns fatores relacionados à falta de contato com a leitura.

"(Nós professores) Ficamos ainda nos grandes cânones por conta do vestibular e existe uma tendência do aluno procurar a resposta "certa" ou "errada" para a interpretação de uma poesia, mas a poesia não tem um resposta única", comenta professora de uma escola particular do ensino fundamental.



Em nosso segundo encontro, no dia 30 de Maio, Cris Rangel abordou conceitos fundamentais para a comunicação: linguagem (visual e verbal), emissor, receptor, canal, gênero, meio e mensagem.

Cris propôs reflexões a respeito do papel do educador como um agente que precisa somar seu conhecimento com o repertório cultural do aluno e, neste caso, a música é um poderoso recurso de aproximação da escrita e da leitura. Diante desse tema, conversamos sobre a ideia de professor "colonizador" como sendo aquele que se vê no direito de desconsiderar as referências dos estudantes em detrimento de referências "válidas" ou "dignas" de legitimação.

Sobre o funk, tão criticado por causa das suas letras, Cris exibiu um vídeo com o MC Garden que aborda justamente a problemática em torno desse gênero:



"Ao invés de buscar inserir referências que são suas (do educador/professor) é importante se apropriar das referências que eles têm e buscar um diálogo entre eles", sugeriu Cris.

Neste mesmo dia, analisamos as letras de músicas que cada participante escolheu com base em canções "que gostam" e que "não gostam".

Cris trouxe relatos de experiências como educadora em que ela sugeriu que os jovens escrevessem sobre temas "universais", conceitos e sentimentos que qualquer ser humano experimenta em algum momento da vida. Com base nisso, fizemos o seguinte exercício: escrever sobre "fantasia" em quatro frases. Depois compartilhamos os textos lendo para os colegas. Sem a menor pretensão, muita poesia saiu sem a menor pretensão.

No 06 de Junho, fomos ao Espaço da Palavra da Casa das Rosas e escolhemos livros de poesia para exercitar a prática, a leitura e a apreciação. Essa atividade foi tão prazerosa que nos perguntamos quanto tempo não lemos uns para os outros.

A cada encontro Cris apresentou vários artistas e coletivos que desempenham um consistente trabalho de poesia contemporânea (em sua maioria atuantes na cidade de São Paulo). Neste terceiro dia ela trouxe alguns livros para conhecermos de perto alguns trabalhos:

1) "Sinceros Insetos" e "Aprender menino", ambos do Victor Rodrigues, poeta que participa do sarau poético "Praga de Poeta";
2) "Dentro da Betoneira", de Thiago Cervan;
3) "Há mar no asfalto", de Samuel Luiz Borges;
4) "Devolva meu lado de dentro", de Sinhá, grafiteira feminista de São Paulo;
5) "Tratado sobre o coração das coisas ditas", de Ni Brizan;
6) "Poemasemfoco", de Rodrigo Sousa e Sousa;
7) "O incrível acordo entre o silêncio e o alterego", de Caco Pontes;
8) "Livre-me", de Caio Carmacho;
9) "Embrionários versus revolucionários", de Thiago de Freitas Peixoto;
10) "Outro dia de folia", de Eduardo Lacerda;




Ainda neste dia Cris Rangel abordou a linguagem da poesia concreta, apresentou conceitos presentes na poesia em geral tais como métrica, ritmo, rima, acento, composição e também contextualizou o surgimento da poesia lírica e satírica dentro da poesia portuguesa.

Para encerrar este encontro, finalizamos com uma dinâmica de palavras aleatórias: dispostos em roda, um de cada vez falava uma palavra qualquer que vinha à mente seguida de uma palma. Logo depois, o próximo colega deveria falar qualquer palavra que a anterior suscitou. O desafio era: não pensar demais para deixar as palavras fluírem. Como não foi fácil, Cris sugeriu que fizéssemos o exercício de olhos fechados.

Outra sugestão dada pela Cris, foi trabalhar com várias versões para uma mesma música: "Uma boa estratégia é pegar uma música que os jovens conheçam e mostrar uma paródia dela". Ela deu exemplo da versão que o músico Criolo fez da música "Cálice" do Chico Buarque. Veja abaixo:


No último dia da Oficina, em 13 de junho, foi o momento da apreciar músicas para, depois, mergulhar no processo criativo de escrita a partir da audição das canções.

Deitados no chão, apagamos as luzes e escutamos um repertório de 10 músicas nacionais (sendo apenas uma em espanhol).


Depois de uma catarse de ideias, cada um leu o texto produzido e encerramos a Oficina muito mais inspirados e oxigenados com a apreciação da música, leitura e da escrita. Depois dessa Oficina, a sala de aula vai ficar bem mais leve e poética.

Referências:
Jogos Teatrais, de Viola Spolin. Ed. Perspectiva;
Contracomunicação, de Décio Pignatari. Ed. Ateliê;
Teatro do Oprimido, de Augusto Boal.
Viva Vaia, Augusto de Campos;





sexta-feira, 12 de junho de 2015

Neste domingo, 14 de Junho: Ramos de Azevedo - cidade e memória


Legado de Ramos de Azevedo é tema de bate-papo na Casa das Rosas

O arquiteto que projetou a Pinacoteca, o Teatro Municipal e a Casa das Rosas será revelado ao público em diversas óticas.

Quem afinal foi Ramos de Azevedo? Quais elementos ficaram registrados em suas obras arquitetônicas? De onde surgiu seu estilo? Qual sua importância para a história de São Paulo? Essas e outras perguntas serão respondidas no encontro Ramos de Azevedo: cidade e memória, tendo como pano de fundo a edificação da Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura, para o bate- papo sobre a produção do escritório Ramos de Azevedo e o legado que este arquiteto deixou para a cidade de São Paulo. O museu pertence à Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo e é gerenciada pela POIESIS Instituto de Apoio à Cultura.

O encontro promovido pelo Núcleo Educativo da Casa das Rosas, acontece no dia 14 de junho, às 15h, e conta com cinco convidados que abordarão o assunto sob diferentes pontos de vista do legado e memória, além de relatos sobre a história da Casa das Rosas quando ela ainda era residência dos descendentes do arquiteto. Na mesa, o público poderá ouvir o guia de turismo Laercio Cardoso de Carvalho, os professores de arquitetura Beatriz Bueno e Nicola Pacileo Netto, o jardineiro da casa Antônio Rodrigues Velame (Sr. Toninho) e o bisneto de Ramos de Azevedo, Paulo Villares.

A entrada é gratuita e não é necessário fazer inscrições para o encontro. Os participantes que assinarem a lista de contatos receberão certificado. 

PALESTRANTES

Laercio Cardoso de Carvalho, guia de turismo desde 1983, especialista tours temáticos em São Paulo desde 2003 sendo um deles o tour "Ramos de Azevedo".

Beatriz Piccolotto Siqueira Bueno, professora do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, atuando principalmente nos seguintes temas: História da Urbanização e do Urbanismo no Brasil; Cultura Profissional dos Arquitetos e Engenheiros; História do Mercado Imobiliário em São Paulo; e História da Cartografia. Foi curadora da exposição “Escritório Ramos de Azevedo - A arquitetura e a cidade” realizada entre janeiro e março de 2015.

Nicola Pacileo Netto, trabalhou na década de 1960 à 1968 no Severo & Villares escritório técnico Ramos de Azevedo. Professor Mestre, Doutor e Livre Docente da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo.

Paulo Villares, bisneto do Ramos de Azevedo e Diretor do Centro de Pesquisas Arnaldo Dumont Villares e Severo Villares.

Antônio Rodrigues Velame (Sr. Toninho), foi jardineiro da Casa das Rosas por 31 anos. Trabalhou para a Lúcia, filha do Ramos, para o neto Ramos, Ernesto Dias de Castro Filho e sua esposa Anna Rosa. Hoje ele trabalha na casa da Rua Pirapintingui, na Liberdade. Ele também foi um dos depoentes do livro “O jardim das resistências” (2013), pag. 54 à 60.

SERVIÇO:
Ramos de Azevedo: cidade e memória
Domingo, 14 de junho, às 15h

Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura
Avenida Paulista, 37 – próximo à Estação Brigadeiro do Metrô.
Horário de funcionamento: de terça-feira a sábado, das 10h às 22h;
Domingos e feriados, das 10h às 18h.
Convênio com o estacionamento Parkimetro: Alameda Santos, 74 (exceto domingos e feriados).