quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Domingo com dobradinha na programação

No próximo domingo a programação do Núcleo Educativo não deixa a desejar e atende públicos diversificados em dois eventos que vão rolar simultaneamente.  

Confira:


Contação de Histórias especial para bebês: VIRANDO BICHO
Domingo, 14 de setembro, às 15h
Com Cia Duo Encantado

Virando Bicho é um espetáculo que traz a riqueza da fauna brasileira através de contos, cantigas e brincadeiras da cultura popular tradicional que privilegia movimentos corporais presentes, principalmente nos cacuriás maranhenses. As histórias serão brincadas e cantadas provocando interação dinâmica com o público que também vai ter a oportunidade de virar bicho e participar do espetáculo. O cenário será composto por bicho preguiça, caranguejo, galinha de angola, gambá, burrinha, jacaré, tartaruga, macaco e pato que ganham vida com os brincantes e ao final, um jacaré enorme, com corpo de pano vai convidando a plateia a preencher seu corpo e dançar o cacuriá Jacaré Boiô.

A Cia Duo Encantado é formada por Rosita Flores e Giba Santana, e desenvolve um trabalho artístico e cultural com narração de histórias, valorizando a narrativa oral pontuada por sonoridades suaves. Brincadeiras infantis e cantigas tradicionais ajudam a compor o universo lúdico.

SARAU DO ESPÍRITO PERDIDO EM SEU PRÓPRIO LABIRINTO*
Com Ozorio Trio, Victor Scatolin + convidados.
Domingo, 14 de setembro, às 15h.

A poesia e a psicanálise se intercruzam como temáticas em dimensões potentes da vida: desde de poetas que foram internados em manicômios aos mais diversos devaneios antológicos de poesia plena. E aqui, poesia e música experimental vem de encontro na celebração a poetas e poesias que de alguma maneira resvalam sob aspectos da psicanálise com músicas do trio Ozório e recital poético de Victor Scatolin + convidados.

Ozorio Trio é o novo projeto musical de Marcelo Ozório, que toca suas próprias composições no violão de aço acompanhado por um conjunto, predominantemente acústico e em sua maioria instrumental. Já participou de projetos musicais e apresentações com diversos artista e músicos: Sergio Dias, Carlos Malta, Lula Queiroga, Otto, Ceumar, Mayana Moura, Edgar Scandurra, Tata Aeroplano, Arthur Joly, Dudu Tsuda entre outros.

Victor Scatolin, também conhcido como Wlater Vetor é poeta, performer e tradutor. Publicou poemas em revistas experimentais como MISNOMER, ANTILOGIAS PRAVIDA, do qual é um dos editores.

* trecho do poema Carta aos Reitores de Antonin Artaud.


quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Lista dos selecionados - Oficina para professores e educadores - Baú de infância: A arte de brincar e contar histórias.

Sobre o processo de seleção dos participantes para oficina:

Devido ao grande número de inscritos, foi realizada uma seleção entre os candidatos que enviaram as fichas dentro do prazo estabelecido. 

Um dos critérios de maior peso na seleção foi o preenchimento completo e suficientemente informativo com relação ao quanto o curso deverá agregar no trabalho de cada um. 

Procuramos contemplar o maior número de inscritos (aumentamos o total para 40 vagas) oriundos das mais diversas instituições educacionais, sendo assim, de cada um desses locais escolhemos apenas um dos educadores para que esse futuramente replique entre seus colegas. 

Entraremos em contato por e-mail para confirmar o interesse e a disponibilidade dos selecionados.  

Agradecemos o interesse de todos. Em breve ofereceremos novos cursos e oficinas para diversos públicos. Qualquer dúvida, entre em contato conosco pelo e-mail: educativo@casadasrosas.org.br 

Segue abaixo a  lista:

Adão Freire Monteiro
Alessandra Santiago da Silva
Amanda Racielle Silva Correia
Ana Lúcia dos Santos Nascimento
Ana Maria Leite
Ana Silvia Stephany Gomes
Anderson Richard Pereira
Aparecida Graciele de Almeida
Beatriz Cardoso
Bruno Miguel da Silva Cardoso
Carolina Edwiges Maya da Silva Coelho
Danielle de Barros Aquino
Danilo Pereira Leite
Eveline Cavalcante da Silva
Fabíola Aparecida Pereira Plácido
Geane Rodrigues da Silva
Genivalda Meireles
Geziel Alves de Melo
Giovana Maria de Arruda Brasil Sartori
Hanik Righi Torres
Jade Vieira dos Santos Boscolo
Jéssica Delomo Pereira
José Roberto Lima Santos
Karen Jacomino
Lucas Guedes Vieira
Marcela Juliana Chanan
Maria Alice Alves da Silva
Maria Helena dos Santos Gonçalves
Mariana Moga de Moura e Silva
Nathalia Oliveira de Jesus
Nathália Soares da Aparecida
Patrícia de Almeida Vicente
Rafaela de Avila Cardoso
Raquel Motta Santos
Regiane da Silva Motta
Roseli Correa de Souza
Sheila Evangelista dos Santos
Silvania Francisca de Jesus
Silvia Fernanda Mendes Nobre
Victor Mello Cantagesso


Inter Dependência, a oficina que será realizada no dia da Comemoração da Independência.

Criar, hastear, arriar. Bandeiras, flâmulas, bandeirolas, bandeirinhas. Todos convidados para a oficina do dia 7 de setembro!




quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Como foi... I Seminário Bebês no Museu: Experiências


O Núcleo Educativo da Casa das Rosas em parceria com  a Ação Educativa do Museu Lasar Segall realizou o I Seminário Bebês no Museu: Experiências, que aconteceu nos dias 6, 7 e 8 de agosto fazendo da Casa das Rosas o ponto de partida para a reflexão acerca da inclusão desse público. 



A primeira mesa contou com a fala da profa. Dra. Maria Isabel Leite sobre infância e museus. A palestrante possui ampla pesquisa na área e veio à São Paulo especialmente para o Seminário. Você pode conferir a apresentação aqui - https://www.youtube.com/watch?v=GqJ0vd0Dfik&feature=youtu.be





Enquanto as manhãs foram dedicadas ao debate com profissionais da área, as tardes eram preenchidas com ações culturais para bebês e seus familiares. Produção de fanzines, experimentações na exposição e ateliê e dança fizeram parte da programação. Participaram do Seminário também Matrice (Ação de Apoio a Amamentação) e Dança Materna.




Um mês antes foi aberto convite publicamente para o envio de projetos de museus e instituições culturais brasileiras que fossem voltados para bebês e suas famílias a fim de compartilhar suas experiências no seminário.




No ano de 2014, o Projeto Segall Educativo Itinerante tem contado com espaços e parcerias para se unirem em ações educativas, como nesse caso aqui na Casa das Rosas. 




No geral, a proposta do seminário foi a de somar experiências e aprofundar o conhecimento dos mais diversos casos de atuação pelo país todo. 

Dos 36 projetos recebidos, foram selecionados seis para compartilhamento das experiências: 




Projeto Encantos - Centro de Educação Unificado - CEU Alvarenga

projeto nasce da necessidade em consolidar e ampliar os espaços culturais, para esses atores sociais de pouca idade, tantas vezes invisíveis no cenário: os bebês. Objetivando propiciar um “mergulho” dos bebês no universo encantador e poético da cultura musical e literária promove-se aqui a integração com as preciosidades que formam a cultura popular. As músicas, histórias, contos e poesias são apresentados de forma lúdica, divertida e interativa.


Concertos.com. Bebês - Instituto Moreira Sales- Casa da Cultura Poços de Caldas

Este projeto nasceu em 2010, tendo como objetivo principal promover o contato dos bebês de 0 a 3 anos com a música. Inspirado nos princípios da Teoria da Aprendizagem Musical de Edwin Gordon foi oferecido um momento para que a criança vivencie a música instrumental e o canto através de momentos lúdicos e interativos entre músicos, bebês e suas famílias.


Ateliê de Luz - Casa Daros

Esse foi um espaço de experimentação sensorial e perceptiva criado para a exposição Le Parc Lumière, do artista cinético argentino Julio Le Parc, voltado para crianças de 0 a 6 anos. Esse projeto é inspirado nas pesquisas e experiências pedagógicas do programa de educação através da arte, voltado para a primeira infância, em Reggio Emilia na Itália. No Ateliê foram dispostos materiais que buscavam proporcionar diferentes aproximações e explorações do universo de texturas, do som, das multiplicidades de cores e de infinitas relações espaciais e sensoriais. O uso de espelhos, lanternas, lupas e retroprojetores potencializou a descoberta e a curiosidade natural dos bebês em relação à luz e sombras. Esses elementos eram experimentados pelo próprio corpo do bebê que compunha o espaço pelo qual percorria. Através  do brincar investigações materiais e imateriais foram vivenciadas, entendendo a arte como linguagem e uma ferramenta essencial para a aprendizagem das crianças.


Naïf para Nenéns - MIAN - Museu Internacional de Arte Naïf do Brasil

O MIAN oferece uma modalidade de visita para nenéns a partir de três meses.  A ideia é proporcionar um momento agradável para atender a um público que geralmente fica de fora das programações culturais. Depois de ganhar espaço e ser considerado referência em visitas mediadas para crianças de 3 a 6 anos, o MIAN oferece uma programação regular voltada para bebês. 
São seis sessões ao mês, sendo três horários voltados para bebês de colo e engatinhantes e três horários para bebês já caminhantes, de até 3 anos. A cada mês, o Naïf para Nenéns apresenta um tema diferente e a equipe de arte-educadores escolhe uma obra a partir da qual são desenvolvidas as atividades. Adultos e nenéns são convidados a vivenciar uma experiência estética e afetiva, buscando o encantamento pelas obras de arte, suas cores, texturas, formas e luminosidades, além de interagir com o ambiente do Museu. São também realizadas atividades de estimulação sensório-motora, por meio de músicas, objetos, instrumentos e brinquedos, que dialogam com as obras de arte. A modalidade Naïf para Nenéns +1 foi criada para bebês que já andam e que tenham até 3 anos de idade. Nesta fase, eles têm um desenvolvimento muito intenso e rápido, andam com equilíbrio cada vez maior, exploram sinestesicamente ambientes internos e externos, percebem objetos escondidos, imitam o adulto e desafiam seus limites. Levando em conta essas habilidades, a visita inclui muitos movimentos corporais, brincadeiras, músicas e histórias. Todas as atividades são relacionadas às obras de arte das exposições em cartaz no MIAN. O objetivo principal destas visitas é criar uma conexão duradora entre os bebês e suas famílias, o museu e sua coleção.




Programa Especial para Bebês – Família MAM

Brincar, ouvir histórias, fazer arte são algumas experiências promovidas pelo programa. Elas estimulam a imaginação e enriquecem o relacionamento, abrindo novas possibilidades de diálogo e interação entre familiares, crianças e amigos. No desejo de aprofundar e desenvolver um trabalho contínuo com crianças pequenas, incluímos na programação do Família MAM atividades especificas para bebês. As atividades abordam diversas linguagens artísticas e envolvem os pais, que participam das atividades e descobrem juntos novas possibilidades de exploração sensorial, estímulo e sensibilização. A programação integra experiências criativas que envolvem os adultos e os bebês em sua relação com o mundo. Essas abordagens são ricas para o desenvolvimento dos pequenos em diversas instâncias: motora, psíquica, afetiva, entre outras.



Lasar Segall - Bebês no museu

Conforme o bebê cresce, sua relação com o mundo que o circunda se intensifica. Objetos, texturas, luzes, sons e outras pessoas (além da mãe) passam a fazer parte desse universo. Pais se envolvem nas novas descobertas dos filhos e os levam aos lugares que gostam, mas há escassez de ações específicas para esse público nos museus em São PauloPara Anna Marie Holm a criança pequena não faz distinção entre os espaços da arte e os demais espaços, já que sua grande qualidade, nesse sentido, é provar coisas.




A questão da aproximação do Núcleo Educativo da Casa das Rosas com a Ação Educativa do Museu Lasar Segall se deu no final de 2-13, inicialmente a partir de uma visita técnica e logo depois com a participação no curso “A criança e o museu: desafios e práticas” e na primeira edição da “Visita Canguru” (atividade cultural no museu com bebês de colo). Esse contato abriu o canal para questionamentos e novas percepções, sobre esse público em específico e, incluiu mais um aspecto da diversidade de atendimento cotidiano ao público da Casa das Rosas, tanto nas visitas como nas oficinas. 

Ampliar o campo de ação para que as famílias e escolas com bebês, assim como os pequenos protagonistas por eles mesmos tenham identificação com o museu como espaço de pertencimento, se concretizou aqui como fundamentação atuante do Núcleo Educativo da Casa das Rosas.

A partir de então, um planejamento acerca das ações educativas de 2014 contemplou a parceria com o experiente corpo profissional das educadoras do Museu Lasar Segall, que se fez concretizar em roteiros específicos de visita para famílias com bebês a ser discutido no “I Seminário Bebês no Museu: experiências”. E é também da prática que nasceu nossa reflexão. 

Buscamos uma parceria com a Fundação Casa e sua ala de atendimento às menores de idade que são jovens mães de bebês que ainda não completaram o primeiro ano de idade. A ideia era trazer essas jovens para o espaço do museu com seus bebês a fim de estreitar seus laços de relacionamento e oferecer uma oficina de criação literária com fanzines para produção de um material que apoiasse a memória e o registro desse momento.

Por questões burocráticas administrativas da Instituição Fundação Casa a visita foi desmarcada diversas vezes até seu cancelamento e assim, o que iríamos apresentar na mesa de relato do dia 07/08 sobre as experiências com as mães e seus bebês da Fundação Casa teve que ser reestruturado para criação de uma nova experiência para relato e compartilhamento com o público.




A solução foi abrir três datas com visitas de roteiros elaborados exclusivamente para famílias com bebês e pensar em diferentes atividades para esse público. Chamamos essa visita de “Faz do Colo uma Casa” (trecho do fanzine “Haikais de Bebês, Mães e Pais” de Ricardo Mello, Recife 2012

As datas escolhidas foram dias 18 e 24 de julho às 14h30 e dia 22 de julho às 10h.




 Foi a abertura da temporada dessas visitas - mais que especiais - para quem esteve a fim de explorar o espaço da casa, sendo tanto essa pessoa um familiar ou cuidador de criança até um ano de idade. O ambiente estava preparado para recebê-los com fraldário e facilidade de acesso.








Recebemos na primeira visita 3 bebês acompanhados de 5 adultos (um com a avó e a babá, outro com pai e mãe e outro com a mãe somente), na segunda foram duas bebês com 3 adultos (uma com o pai e a mãe e outra também apenas com a mãe) e por fim, na terceira recebemos 21 pessoas, sendo 8 bebês.

Na primeira visita a proposta era de que os acompanhantes dos bebês apresentassem a casa para os pequenos, da mesma maneira que fazemos quando vamos mostrar nossas casas ou lugares que visitamos, os educadores apenas acompanhavam o grupo para tirar dúvidas presenciais. Depois de aproximadamente meia hora de percurso fomos até uma sala, onde fotos (tiradas durante a visita) impressas em preto e branco se encontravam espalhadas para que os adultos e bebês intervissem no conteúdo, e posteriormente essas fotos com suas devidas intervenções serviam como cartões postais.






Enviamos pelo correio os cartões postais da visita na Casa das Rosas para cada participante.

Na segunda visita o educador usou um lenço grande para entreter os bebês e também estabelecer um contato direto com eles, mesmo quando falava com os adultos. Depois usando uma câmera Go Pro a imagem era projetada na parede da sala onde a oficina de postais acontecia. A câmera, muito usada para registro de esportes radicais, (resistente à água, batidas, etc) ficava à disposição dos bebês que poderiam se reconhecer nas imagens projetadas.



O Núcleo Educativo da Casa das Rosas já trabalhava com fanzines e postais, diversas oficinas já haviam sido feitas sobre o tema, então não havia muito segredo, apenas adaptamos o que já era usado para as visitas com os bebês.

Os postais tem uma ligação com a memória e é afetivo, serem enviados como uma primeira correspondência de uma lembrança de sua visita ainda bebê a um museu foi uma maneira de manter esse foco. Os fanzines entram na questão da intervenção sobre as fotos.


No livro “Em defesa do faz de conta”, a autora Susan Linn narra o seguinte trecho:

“Recentemente eu estava visitando um pequeno museu para crianças no local cheio de exposições maravilhosas, destinadas a estimular o brincar criativo. Quando chegamos a sala de arte, porém, notei que as crianças estavam engajadas na criação de imagens que consistiam em colar botões sobre moldes de cartolina. Quando especulei porque eles não proporcionavam atividades menos limitadas, o diretor respondeu tristemente: “Já tentamos, as crianças simplesmente não sabem o que fazer com o material.”

É desconcertante que instituições como um museu para crianças se encontre cuidando de crianças que passam por suas portas sem a habilidade e a inclinação de usar a criatividade aberta e não dirigida. Em resposta eles são menos propensos a oferecer essas atividades e as crianças perdem mais uma oportunidade para a criatividade e a auto expressão.

O brincar criativo permite pensamento divergente, a capacidade de expandir horizontes imaginando ideias e soluções não convencionais para os problemas. O pensamento divergente é uma ameaça ao totalitarismo.

Se restringirmos as oportunidades das crianças para o brincar criativo desde o nascimento elas nem sequer iniciarão a aprendizagem de como gerar novas ideias, desafiar normas existentes ou se realizar na própria criatividade. O que esta em risco é nada menos que o desenvolvimento das habilidades essenciais da vida – incluindo a indispensável capacidade para gerar diversão olhando para dentro de si e de se acalmar em momentos de estresse.”

O que nos faz refletir sobre a importância da inclusão dos bebês no ambiente dos museus e das crianças no intuito de estimular a criatividade em todos os âmbitos e a socialização entre as famílias, bem como estreitar os laços de afetivos por meio da educação informal.







A questão de se ter um ambiente acolhedor e que atenda às necessidades básicas dos participantes merece uma atenção específica de perceber os espaços culturais e museus como disparadores de conversas e produções artísticas também dos bebês.






Daqui pra frente planejamos atividades com mais frequência para esse público, sejam elas culturais e artísticas, educativas (como nas visitas mediadas), em cursos para professores e educadores de museus, visitas técnicas com outros educadores, parcerias e consultorias para pesquisa sobre o público e definições de futuras ações. teremos uma contação de histórias especial para bebês no dia 14 de setembro com o espetáculo “Virando Bicho” que será feita por Rosita Flores (e a Cia Duo Encantado), a mesma artista que dará a oficina para professores e educadores “Baú da Infância” sobre a arte de brincar e contar histórias, durante os meses de setembro e outubro. 

Enquanto isso esta acontecendo, ainda dentro da proposta do seminário, mas como uma segunda parte das ações: o curso "Criança pequena e museu" com pesquisas, autores e debates, experiências da Área de Ação Educativa do Museu Lasar Segall, vivências de práticas de ateliê e exposição arte, conteúdos sobre bebês e seu desenvolvimento, infra-estrutura e estratégias para recepção de bebês e crianças pequenas nos museus, ministrado por Elaine Fontana, Marina Herling e Paula Selli (Museu Lasar Segall) e com duas convidadas: Marisa Szpigel (Zá) e Suzana Macedo Soares. 


No dia 20 de setembro haverá uma ação especial para famílias com bebês resultante do curso, logo divulgaremos por aqui.

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Os dois últimos dias de agosto

Para fechar o mês, o Núcleo Educativo realizará no dia 30/08, sábado, a nossa querida Feira de "Troca tudo sem dinheiro", e no domingo dia 31/08, uma oficina de Reprodução com mimeógrafo. Acompanhem! Participem!





terça-feira, 19 de agosto de 2014

AVISO: Nova data limite para inscrição no curso "Baú da Infância"

AVISO!

Devido a intensa procura para participação no curso para professores e educadores "Baú da Infância: a arte de brincar e contar histórias" o Núcleo Educativo da Casa das Rosas reduziu o prazo para inscrição, tendo como nova data limite o dia 22 de agosto.

Em breve divulgaremos a lista de selecionados.


terça-feira, 12 de agosto de 2014

Como foi... Conversa para Pai Dormir

No domingo, dia 10 de Agosto, o Dia dos Pais foi ainda mais especial na Casa das Rosas.
Marina Bastos e Thiago França apresentaram a contação de histórias "Conversa para Pai Dormir".

 

                                                        

Foi muito bonito ver o aconchego dos pais com seus filhos.

                 

Além de pais e filhos, o público se encheu de avós e avôs - que não deixam de ser "pais em dobro".


A contação de histórias especial para o dia dos pais foi um motivo a mais para juntar pais e filhos, mas esperamos que esses momentos de proximidade sejam cada vez mais frequentes, não só na Casa das Rosas como na vida cotidiana, independente de datas comemorativas ou de um domingo especial.